Grupo de Práticas de Auditoria ISO 9001
Guia sobre:
Fazendo uso efetivo da ISO 19011
A ISO 19011:2002, Diretrizes para auditorias de sistemas de gestão da qualidade e/ ou ambiental, substitui a antiga série ISO 10011 de normas de auditorias de sistemas de gestão da qualidade e fornece guias para auditorias de primeira, segunda e terceira parte, para ambos sistemas de gestão, o da qualidade e o ambiental. Conquanto muito da norma seja relevante para auditorias de terceira parte dos SGQ, nem todas as suas cláusulas são diretamente aplicáveis. A norma contém opções relacionadas aos métodos e competência dos auditores, mas o conteúdo não é mandatório. O guia tem a intenção de ser flexível e sua aplicação pode diferir, de acordo com o tamanho, natureza e complexidade da organização a ser auditada. O suo do guia, depende do orgão auditor, de terceira parte, utilizando-o na estensão apropriada às suas necessidades e relevância de suas próprias práticas de trabalho.
A norma é dividida em diversas seções, incluindo o seguinte:
Principios de Auditoria
Um auditor deve estar familiarizado com os cinco princípios da auditoria e aplicá-los ao processo de auditoria.
Gerenciando um programa de auditoria
A gerência de um programa de auditorias será, normalmente, responsabilidade da direção do órgão de auditoria de terceira parte e não do auditor. Os auditores devem estar cientes que os programas de auditoria são monitorados e analisados em intervalos apropriados. Os auditores devem fornecer “inputs” para a melhoria dos programas de auditoria.
Atividades de Auditorias
Este guia enfatiza as técnicas e a sua importância para planejar, conduzir e relatar uma auditoria e é de particular importância para o auditor. Os auditores devem estar bem familiarizados com a diretriz encontrado na Seção 6 da ISO 19011.
Competência e avaliação dos auditores
A diretriz relativa à competência e avaliação dos auditores, dá nova ênfase à importância da competência da equipe, bem como dos indivíduos, substituindo os critérios prescritivos de qualificação dos auditores, anteriormente estabelecidos na ISO 10011-2.
A competência é agora definida como “atributos pessoais já demonstrados, bem como a capacidade, também já demonstrada, de aplicar conhecimento e habilidades”. Uma importância menor é agora colocadas em níveis prescritos de escolaridade, natureza do trabalho e experiência em auditorias, incluindo o número de auditorias efetuadas. Esses dados são agora utilizados como “inputs” do conhecimento e habilidades necessárias para a competência do auditor.
Boa parte dessa diretriz será usada por órgãos de auditoria de terceira parte, quando estabelecendo os seus próprios critérios de competência para os auditores. Contudo, auditores individuais devem estar cientes do conteúdo dessa seção, de forma que eles possam se manter, melhorar e trabalhar dentro dos limites de suas competências profissionais.
Ajuda prática pode ser encontrada nas diretrizes e essa ajuda fornece exemplos e esclarecimentos adicionais para vários tópicos, embora alguns possam não ser aplicáveis à auditoria de terceira parte.
Este documento é uma tradução livre daquele produzido pelo “ISO 9001 Auditing Practices Group” (Grupo de Práticas em Auditorias ISO 9001) e é apresentado, apenas, como informação em português. Os documentos originais, bem como apresentações do Grupo de Práticas de Auditorias podem ser obtidos, na sua versão original, em inglês, nos sites:
www.iaf.nu
www.iso.org/tc176/ISO9001AuditingPracticesGroup
OBSERVAÇÃO:
Este documento não é adotado formalmente pela International Organization for Standardization (ISO) , Comitê Técnico ISO 176, ou pelo Forum Internacional de Acreditação (IAF)
As informações nele contidas estão disponíveis para propósitos educacionais e de comunicação. O Grupo de Práticas de Auditoria ISO 9001, não possui nenhuma responsabilidade por quaisquer erros, omissões ou outras responsabilidades que possam advir do uso das informações contidas neste documento.
|